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Atividades de Agosto / 2026 no Diário Numismático

Atividades de Agosto – 2026 no Diário Numismático

O mês de agosto de 2026 foi bastante interessante e cheio de atividades numismáticas e relacionadas à artes e colecionismo para mim, principalmente pelo fato de eu estar de férias do trabalho e, assim, ter mais tempo disponível para fazer coisas que normalmente não consigo, principalmente nos dias de semana. Entre visitas a exposições temporárias, museus numismáticos, passeios e aquisição de literatura, posso afirmar que foi um período muito enriquecedor culturalmente e também materialmente, apesar de eu não ter viajado para fora da cidade, fazendo valer a pena essas férias.

As principais atividades que realizei foram as seguintes:

  • Visita à Exposição “Miró: Mestre das Formas”
  • Visita à Exposição “Rembrandt – O Mestre da Luz e da Sombra”
  • Visita ao Museu da Caixa Cultural São Paulo
  • Reorganização da Coleção de Revistas
  • Visita às exposições do Farol Santander de São Paulo
  • Exposição “Arte no Dinheiro” no Instituto Itaú Cultural
  • Aquisições: Livros, Catálogos, Revistas, Peças Numismáticas

Vamos a um breve resumo de cada uma delas.

Exposição “Miró: Mestre das Formas”

Joan Miró foi um pintor, escultor e ceramista espanhol, sendo considerado um dos maiores nomes do surrealismo no século XX.

Fomos conferir uma exposição de obras desse artista no MAB – Museu de Arte Brasileira da FAAP, no bairro de Higienópolis, em São Paulo.

A exposição, organizada em colaboração com a Fundació Joan Miró, contou com mais de 100 obras, entre pinturas, gravuras, esculturas, tapeçarias, litografias, fotografias e até mesmo filmes englobando a criação desse artista de renome.

As obras expostas são bastante diferentes do que veríamos, por exemplo, em uma exposição de arte “clássica”, como Van Gogh ou Da Vinci, justamente por serem representativas do movimento artístico do Surrealismo que, citando a Wikipedia, é um “movimento artístico e literário que nasceu em Paris na década de 1920, focado na valorização do inconsciente, dos sonhos e da imaginação livre do controle da razão, sendo inspirado profundamente nos estudos de Sigmund Freud sobre o subconsciente e a interpretação dos sonhos.”

E é isso o que encontramos nas obras: muita abstração, formas livres e oníricas, mostrando cenas que lembram sonhos, pesadelos e o absurdo. Outros artistas que criaram obras nesse estilo incluem Salvador Dalí (também teve uma exposição na FAAP há alguns anos), René Magritte e Frida Kahlo, entre outros.

Miró Mulher e pássaros em uma paisagem
Obra de Joan Miró: “Mulher e pássaros em uma paisagem”, 1970-1974. Acrílica sobre Tela. Foto: Fábio dos Reis.

Valeu a pena essa exposição? Sim, sem dúvida, mas é importante se informar um pouco sobre o estilo abordado para evitar pensar como algumas pessoas que ouvi comentando durante a exposição coisas como “meu filho de 5 anos faz melhor que isso”, ou “um mofo no muro de casa é mais bonito”.

Uma surpresa agradável foi que, ao sair do salão de exposições, vimos que havia outra exposição no salão do lado oposto do prédio, esta com obras de artistas brasileiros. Aproveitamos que estávamos ali e fomos ver do que se tratava. A exposição, gratuita, se chamava “Arte da Nossa Gente”.

Essa exposição, organizada pelo Instituto Totex em parceria com a FAAP, reuniu mais de 150 obras originais de artistas brasileiros de diferentes regiões do país, em diversos formatos, como pintura, escultura, gravura, bordado e cerâmica.

Fui surpreendido pela qualidade das obras e confesso que gostei demais. Tanto que até mesmo voltei à lojinha do museu e adquiri o catálogo dessa exposição!

Mestre Galdino: Sem título. Conjunto de esculturas em cerâmica
Mestre Galdino: Sem título. Conjunto de esculturas em cerâmica. Imagem: Fábio dos Reis

Alguns dos artistas representados incluem Anita Malfatti, Alfredo Volpi, Alcides Pereira dos Santos, Antônio Julião, Mestre Guilherme, Mestre Galdino, Heitor dos Prazeres, entre muitos outros.. Valeu totalmente a pena visitar essa mostra, que deixa bem evidente a alta qualidade do conteúdo artístico produzido no Brasil.

Exposição “Rembrandt – O Mestre da Luz e da Sombra”

No mesmo dia da visita à FAAP fomos ver uma outra exposição, no centro da cidade, também de um artista de muito renome: Rembrandt.

Expostas no museu da Caixa Cultural, localizado na Praça da Sé, em São Paulo, estavam 69 gravuras originais do artista holandês Rembrandt van Rijn, produzidas entre 1629 e 1665, na exposição intitulada “Rembrandt – O Mestre da Luz e da Sombra”.

Eu já havia visitado uma exposição de gravuras de Rembrandt há muitos anos, em 2002, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, e fiquei bastante empolgado para ever essas obras fantásticas e de altíssima qualidade produzidas por esse gênio – aliás, também já havia visto obras suas na Holanda, e visitado inclusive o local de seu nascimento na cidade de Leiden.

Voltando à exposição da Caixa, ela ocupa um dos andares do prédio, e está muito bem organizada, com salas temáticas e inclusive contando com uma obra interativa bastante interessante. As gravuras foram produzidas por meio das técnicas de água-forte e ponta-seca.

Rembrandt: Cristo Expulsando os Cambistas do Templo
Gravura de Rembrandt: “Cristo Expulsando os Cambistas do Templo”, de 1635. Água-forte e ponta-seca. Foto: Fábio dos Reis.

Essa exposição já havia passado pelo Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória, e contou principalmente com gravuras de duas categorias principais: retratos e autorretratos e cenas bíblicas

Uma informação importante é que as obras, em sua grande maioria, têm pequenas dimensões, e por conta disso o museu disponibiliza lupas para que o público possa analisar detalhes que são quase imperceptíveis a olho nu, de tão pequenos. É uma exposição que valeu muito a pensa visitar, e ainda por cima gratuita.

Rembrandt: Jan Uytenbogaert, o Pesador de Ouro
Rembrandt: “Jan Uytenbogaert, o Pesador de Ouro”, 1639. Água-forte e ponta-seca. Foto: Fábio dos Reis.

E eu também recomendo fortemente uma visita ao acervo permanente do museu da Caixa, que também visitei nesse mesmo dia, e do qual falo a seguir.

Museu da Caixa Cultural São Paulo

O Museu da CAIXA, localizado no prédio da CAIXA Cultural São Paulo, conta com inúmeros objetos e documentos referentes à história da Caixa Econômica Federal e também ao sistema financeiro do Brasil, além de diversos espaços internos com temática de época e elementos originais conservados, como mobiliário e máquinas.

Na verdade no dia havíamos ido para ver a exposição de gravuras de Rembrandt, como mencionado acima, e então aproveitamos para visitar a exposição permanente desse museu. Confesso que não esperava muita coisa, mas fiquei surpreso ao ver o tamanho e qualidade da coleção, além de seu valor histórico. Gostei muito mesmo.

No museu, além do mobiliário de época e das salas de reuniões, sala do presidente e outros ambientes, também é possível ver itens bastante curiosos, como uma máquina de triturar pedras para extração de ouro, várias balanças para pesar metais preciosos, máquinas antigas contadoras de cédulas e moedas, cofres, calculadoras com mais de 70 anos, além de uma pequena coleção numismática com cédulas, moedas, cheques, ordens de pagamento e cartões bancários brasileiros.

Máquina de Contar Moedas MPV
Máquina de Contar Moedas MPV da década de 1970, de fabricação nacional. Foto do autor.

Recomendo muito a visita, e pretendo voltar certamente. O prédio da CAIXA Cultural São Paulo, que em si também é uma obra impressionante, fica na Praça da Sé, 111, no Centro Histórico de São Paulo, a dois minutos de caminhada do metrô Sé.

Cheques, cartões eletrônicos de débito e crédito, e conta digital
Cheques, cartões eletrônicos de débito e crédito, e conta digital. Foto do autor.

Visita ao Farol Santander de São Paulo

O Farol Santander é um centro cultural, museu e de lazer localizado no famoso Edifício Altino Arantes, no centro de São Paulo, prédio conhecido como o “Prédio do Banespa” ou ainda “Banespão”. Trata-se de um edifício inaugurado em 1947, com arquitetura inspirada no famoso arranha-céu Empire State Building, em Nova York.

São muitas atrações disponíveis nesse local, então vou comentar apenas as que visitei e que me chamaram mais a atenção.

Primeiramente, fui até lá para ver uma exposição temporária sobre a história dos videogames, batizada de “Player 1 – 50 anos dos videogames”.

Esta exposição trouxe uma grande quantidade de consoles históricos, fliperamas, jogos clássicos, incluindo equipamentos muito raros e diversos acessórios, além de mostrar a evolução dessa indústria bilionária de entretenimento.

Atari Home Pong
O clássico Atari Home Pong, console de 1975. Foto do autor.

Também havia um espaço onde era possível jogar alguns jogos de arcade e interativos

consoles de videogame
Diversos consoles de videogame em uma seção da exposição. Foto do autor.

Logo após me dirigi aos andares que abrigam as exposições fixas da instituição, e me deparei com uma belíssima coleção numismática e da história bancária, incluindo a vasta maioria das moedas do Brasil desde a Independência (circulantes e comemorativas), cédulas, ordens de pagamento, e artefatos como balanças, máquinas autenticadoras de cheques, perfuradora de cartões IBM e mobília original de muitas décadas atrás.

Também estão expostas algumas obras de arte de artistas renomados como Cândido Portinari e Roberto Burle-Marx.

Painel de moedas do Brasil no Farol Santander
Painel de moedas do Brasil no Farol Santander. Foto: Fábio dos Reis.

Uma coisa que me impressionou muito foi uma sala temática contendo uma linda coleção de mapas antigos originais, muitos do período dourado da cartografia holandesa, nos séculos XVI e XVII. Adoro mapas!

Vale totalmente a pena a visita a este local, e pretendo retornar futuramente, principalmente para visitar um local que não deu desta vez: o Bar do Cofre, que é um bar instalado dentro do antigo cofre forte do banco, no subsolo, mantendo as portas de aço e as caixas de depósitos originais.

Mapas antigos dos séculos XVI e XVII
Mapas antigos dos séculos XVI e XVII em exposição. Foto: Fábio dos Reis.

O Farol Santander se localiza na Rua João Brícola, 24, no Centro Histórico de São Paulo (perto da estação São Bento do Metrô). A entrada no local é paga, e caso resolva visitar consulte os valores vigentes no site oficial, onde também é possível adquirir os ingressos.

Exposição “Arte no Dinheiro” no Instituto Itaú Cultural

Ao menos uma vez por ano que faço uma visita a esse museu que possui um acervo fantástico e maravilhoso de numismática brasileira, além de muitos outros tipos de itens extremamente importantes de nossa história. Estou falando do Instituto Itaú Cultural, localizado na Av. Paulista, em São Paulo.

O prédio atual abriga várias coleções e exposições em seus 9 andares, mais os pavimentos do subsolo, onde fica por exemplo um auditório. Eu visitei dois espaços específicos nessa visita: os espaços Herculano Pires e Olavo Setúbal, ambos gratuitos.

No Espaço Herculano Pires se encontra a exposição permanente de nome “Arte no Dinheiro”, inaugurada em dezembro de 2023 no 6º andar do Itaú Cultural. O espaço reúne moedas, medalhas, cédulas, selos, provas, ensaios, condecorações e outros objetos monetários, combinados com obras de arte contemporânea e recursos interativos, oriundos da coleção de numismática do banco.

Patacões de 960 réis do Brasil
Gaveta com 78 patacões (moedas de 960 réis) do Brasil. Acervo do Itaú Cultural. Foto do autor.

São quase 3 mil peças selecionadas de um acervo composto por cerca de sete mil itens. Você vai precisar de um bom tempo para ver tudo – e é por isso que eu volto lá de tempos em tempos: tem muita coisa para explorar, e em cada visita, descubro algo diferente!

Entre as peças expostas encontram-se peças de alto valor histórico e monetário do Brasil, tais como as famosas moedas obsidionais (de cerco) do Brasil Holandês, a peça de ouro chamada de “O Português”, dúzias de patacões de prata do Brasil Colônia, Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e do Império, e a valiosíssima Peça da Coroação de D. Pedro I, entre muitas outras.

Moedas do Brasil Holandês
Moedas de ouro obsidionais do Brasil Holandês, cunhadas nos anos de 1645 e 1646, em três valores diferentes: III florins, VI florins e XII florins. Acervo do Itaú Cultural. Foto do autor.

Logo na entrada você pode pegar emprestado uma lupa para te ajudar a observar os detalhes das moedas, cédulas e medalhas, que em alguns casos podem ser bem pequenos e, ao menos para mim, quase invisíveis.

 


A Famosa Peça da Coroação de D. Pedro I. Acervo do Itaú Cultural.

No andar de baixo do espaço Herculano Pires se localiza o Espaço Olavo Setúbal, onde há outra exposição de alto nível. Ali está parte do acervo da Coleção Brasiliana Itaú. Trata-se de um grande conjunto de documentos e obras relacionados à representação e à história do Brasil: pinturas, gravuras, desenhos, mapas, livros raros, manuscritos, documentos, periódicos, caricaturas e outros materiais.

Mapa Ortelius
Mapa original do famoso cartógrafo flamengo (holandês) Ortelius, da década de 1570. COleção Brasiliana do Itaú. Acervo do Itaú Cultural. Foto do autor.

Vale totalmente a pena visitar esse instituto, e passar horas agradáveis explorando essas coleções fantásticas que contam a história do nosso país e, livros, imagens, moedas e outros objetos.

Um adendo: foi anunciado que haverá uma nova sede do Itaú Cultural, com previsão de inauguração para 2031. Será um prédio com 19 andares, localizado na própria Avenida Paulista, nº 1.267, ao lado do prédio da FIESP e em frente à estação Trianon-Masp do metrô.

Moeda de Ouro comemorativa Airton Senna
Moeda de Ouro comemorativa das corridas, pole positions e vitórias do lendário piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna. Acervo do Itaú Cultural. Foto do autor.

Reorganização da Coleção de Revistas

Além de colecionar itens numismáticos eu também me interesso por outros materiais, como livros e revistas. Gosto particularmente de revistas, pois geralmente são focadas em um tema específico, de forma às vezes aprofundada, e normalmente são bem ilustradas, com fotografias, gráficos, infográficos e imagens de alta qualidade, o que torna a leitura ainda mais agradável.

Tenho uma certa quantidade de revistas, entre 350 e 400 atualmente, de assuntos variados como história, numismática, ciências, aquarismo e eletrônica. Infelizmente, nunca pude organizá-las de forma adequada – ao menos até o momento. Decidi iniciar uma organização e proteção sistemática desse material todo, pois na prática elas são frágeis e podem se deteriorar com facilidade (e eu já perdi uma coleção quase inteira de National Geographic por causa de cupins!).

Revistas de Numismática
Algumas revistas de Numismática já protegidas com plástico PP. Acervo e foto do autor.

Não será uma tarefa fácil, pois há várias coisas a fazer:

  • Separar as revistas por assuntos
  • Proteger cada revista individualmente com plástico
  • Acomodar as revistas em caixas, estantes ou arquivos
  • Organizá-las em ordem (alfabética? cronológica?)
  • Identificar cada acomodação feita
  • Registrar as edições que possuo em meio eletrônico
  • Para cada edição, registrar também os principais assuntos para busca rápida
  • Mais alguma coisa que eu ainda não pensei

Ou seja, tenho muito por fazer ainda. Os primeiros três passos foram realizados esse mês: separei as edições por assuntos, guardei cada revista em um saco plástico individual de PP (polipropileno), e as acomodei em caixas de arquivo de polipropileno corrugado (polionda); cerca de 35 revistas couberam em cada caixa. Deu trabalho, mas foi um ótimo começo: elas já não estão mais espalhadas pelos cantos, pelo chão, nem pegando poeira e tampouco sujeitas à ação de umidade, insetos e outras ameaças.

Revistas em arquivos de plástico
Arquivos de “Polionda” contendo minhas revistas de eletrônica e mecatrônica, protegidas individualmente por sacos plásticos. Foto do autor.

O próximo passo é pensar na forma de organização das revistas e em como identificar o conteúdo de cada caixa de arquivo. Isso é trabalho para as próximas semanas.

Aquisições do mês

Como quase todos os meses, adquiri material novo para as coleções. Alguns dos itens incluem revistas, livros e catálogos, comprados tanto em lojas online quanto em sebos físicos. Aliás, gosto deveras de “garimpar” em sebos, pois normalmente acabo encontrando livros e revistas fantásticos a custo muito baixo, muitas vezes de edições que nunca havia ouvido falar. E esse mês tive surpresas muito agradáveis nesse quesito.

Existe um termo, “serendipidade”, que se refere à descobertas fortuitas realizadas quando, na verdade, se estava procurando outra coisa. É comum na Ciência; um exemplo são os famosos Post-Its. Um cientista da 3M estava tentando criar uma cola superforte, mas sem querer desenvolveu um adesivo fraco que grudava e desgrudava sem estragar o papel, e daí nasceu esse produto. E é mais ou menos isso que ocorre quando procuro livros nos sebos: entro pensando em comprar um livro de um assunto x e acabo descobrindo outros títulos que nem imaginava que existissem.

Desta feita, algumas das surpresas agradáveis foram as edições “O Brasil Holandês – A Família Nassau – Moedas e Medalhas“,  “Ouro: Sua história, Seus encantos, Seu valor” e “A História dos Bancos no Brasil – Das casas Bancárias aos Conglomerados Financeiros“, que encontrei em um sebo em Pinheiros, onde entrei logo após sair da feira de antiguidades da Praça Benedito Calixto.

Livro O Brasil Holandês - Família Nassau: Moedas e Medalhas
Livro “O Brasil Holandês – A Família Nassau: Moedas e Medalhas”, adquirido em um sebo. Foto do autor.

Outro belo livro que adquiri, este pela Internet, foi a oitava edição de “Morgan Silver Dollars“, de Q. David Bowers, parte da coleção Red Book Series™.

Finalmente, como citado eu visitei a feira de antiguidades da Praça Benedito Calixto, no bairro de Pinheiros em São Paulo, e adquiri algumas moedas que faltavam para uma coleção de réis do Império do Brasil. Um exemplo pode ser visto na imagem a seguir, que mostra uma moeda de 1000 Réis de prata do Brasil Imperial, do ano de 1879, com o busto do Imperador D. Pedro II olhando para a esquerda no anverso, e o Brasão de Armas do Império do Brasil no reverso:

1000 Réis de 1879
Moeda de prata do Império: 1000 Réis de 1879. São 12,75g de prata 0,917. Bela aquisição!. Acervo e foto do autor.

Resumo

Bem, é isso. Esse foi o mês de agosto por aqui: férias do trabalho (apesar de curtas), vários passeios interessantes, novas descobertas, organização e aquisições de relevância para as coleções.

Mês que vem tem mais!

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